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DIVULGAÇÃO: "CVV - CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA"

DIVULGAÇÃO: "CVV - CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA"
O programa CVV é desenvolvido exclusivamente por voluntários, capacitados para ouvir e conversar com pessoas que queiram falar de suas angústias, tristezas, solidão, alegrias e também de seus sonhos frustrados ou realizados. É um trabalho gratuito, sem fins lucrativos, desvinculado de qualquer religião ou política. É assegurado o anonimato, o sigilo e a privacidade da conversa, os voluntários ouvem num clima de profundo respeito e confiança, sem julgar ou direcionar. Sentindo necessidade... Converse e desabafe: Ligue 141 (Ligação gratuita) Por telefone ou clique na imagem acima e vá até o site e informe-se.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

HUMILDADE!




VOCÊ... Está sendo convidado para uma grande festa!

Imagina que festa é essa?

Não?

A festa dos Anjos e Espíritos Amigos.

Quer participar?

Ingresso só com compra antecipada, só camarote!

Valor? Bom o valor é insuperável!

Você tem que Ser Feliz!

Você tem que saber Amar!

Somando os dois, você terá “HUMILDADE”.

“Esse é o valor”.

Seja Bem Vindo!

“Sem Humildade nada se consegue, nada se conquista
Apenas se “desfruta” e só desfrutar Não Vale a Pena!

                   Espírito de Saulo  ( 15 anos )   12/03/2012
 
Abraços
 
J.L.Veiga
 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

ESPERANÇA


Clique na imagem para ampliar.

Esperança, Ah! Que palavra de som maravilhoso, essas letras juntas formam algo, que transmite um impacto emocional tão forte, que bate direto no coração e reflete na mente o incentivo de continuar a viver intensamente.

Eu tinha perdido a Esperança, ficava olhando no espelho e via uma jovem sem brilho e sem calor, tudo era fosco em minha frente, mas alguém escreveu bem grande um dia em frente a minha casa uma faixa “ESPERANÇA”.

Olhei aquela faixa balançando ao vento e percebi que era para mim aquela Esperança. Abri bem a janela, respirei bem fundo e gritei: Eu tenho Esperança, eu tenho força, eu tenho FÉ... Voltei, olhei no espelho e vi uma jovem sorrindo pra mim, era o meu Eu que não conhecia, que alegria! Aquela Esperança que eu precisava para “SER EU”.

Então vivi mais 15 anos muito Feliz! Porque 10 anos eu havia perdido dentro daquele espelho, com medo de mim, da minha deficiência.

“ Amigos” não esqueçam, seja como for... da Esperança, tudo a nós é possível, tudo a nós é verdadeiro, tudo a nós é colocado na medida exata para aceitarmos e carregarmos, sem sofrer, basta crer em VOCÊ, crer no AMOR e na AMIZADE. “

ESPERANÇA, ela move teus dias! Sorria... E procure a tua ESPERANÇA.
VOCÊ É ESPECIAL.

Pelo Espírito Maria Paula ( 26 anos )  17/04/2012

Abraços

J.L.Veiga
 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Um belo exemplo...




Se olharmos a nossa volta com atenção, descobriremos exemplos de vida digna, de caráter, benevolência, caridade e sabedoria, prestemos mais atenção nas coisas importantes e que consigamos deixar de lado as más tendências, confira o vídeo abaixo:







Abraços



J.L.Veiga



domingo, 22 de abril de 2012

Os adversários, mestres oportunos


Abraçando os ideais de enobrecimento, pensa-se que todas as criaturas estão vibrando no mesmo diapasão do progresso e que, em consequência, haverá uma natural adesão em torno dos objetivos relevantes que devem conduzir as vidas para os altiplanos da felicidade.
O ser humano é um conquistador insuperável, fadado às estrelas que lhe estão ao alcance, na medida em que se empenha por alcançá-las.
Desde a descoberta do fogo e do invento da roda, o seu mundo jamais foi o mesmo, alterando os seus padrões de comportamento e de convivência no rumo de melhores resultados.
Mediante o esforço e o raciocínio que se lhe foi desdobrando – a Divina Presença no cerne do ser! – levantou-se e começou a avançar na direção do Infinito, ora sob dores acerbas, noutros momentos em júbilos inexcedíveis, conquistando espaços e adquirindo conhecimentos.
Renascendo em contínuo processo de crescimento intelecto-moral, vem acumulando as experiências que se transformam em bênçãos que deve esparzir pelos caminhos percorridos, deixando pegadas apontando o porto de segurança que se encontra sempre à frente.
Quando atraído pela mensagem libertadora de Jesus, porém, modificam-se-lhe as paisagens interiores e alteram-se-lhe os interesses, ampliando-lhe as possibilidades de ser útil, conseguindo um significado especial para a existência.
Nada obstante, porque se movimenta num planeta igualmente de provas e de expiações, não se pode furtar à psicosfera que lhe é peculiar, nem às injunções que o caracterizam.
Compreensível, portanto, que nem todos aqueles que navegam na mesma barca da evolução estejam firmados em propósitos de edificação nobilitante, alguns ainda detendo-se em estágio inferior, assinalados pelo primarismo de que se fazem portadores.
Indiscutivelmente, o processo de transformação interior, no qual os instintos cedem lugar aos valores da razão e da consciência, é lento, ainda mais, tendo-se em vista que nem todos os viandantes da indumentária material iniciaram-se no empreendimento espiritual no mesmo instante.
Procedentes de especiais momentos da evolução, incontáveis, inevitavelmente, encontram-se em patamares diferentes, que explicam as diversas aspirações que os tipificam.
Felizes aqueles que já compreendem os impositivos da existência terrena, após vencerem os impulsos agressivos que lhes conferiam a sensação de dominadores do mundo e que o sentido exclusivo da vilegiatura carnal seria conquista dos prazeres e das sensações que mais os agradam.
Aqueles que são mais fisiológicos do que psicológicos, detêm-se nas faixas das paixões primevas e, mesmo quando a consciência se lhes desperta, prosseguem vivenciando um período de transição, que ainda lhes não permite uma visão perfeita da realidade. Embora ansiando por algo melhor, competem, quando deveriam cooperar, malsinam os companheiros, quando lhes cabia o dever de os auxiliar, porque a predominância do ego torna-os ambiciosos e prepotentes.
Não sabem servir com abnegação, sem servir-se, retirando os lucros do orgulho e da presunção, que lhes constituem a moeda retributiva. Podem mesmo desejar ser melhores, no entanto, os impulsos afligentes que resultam dos conflitos e dos complexos de inferioridade que os acompanham de existências pretéritas, transformam-nos em inimigos de todos aqueles que supõem lhes farão sombra...
São infelizes, disfarçados de joviais, humanitários e bondosos, na hipocrisia em que vivem, ocultando os sentimentos inferiores.
Desse modo, transformam-se em adversários perversos dos demais que não lhes compartem as ideias e que pensam pretenderem excluir.
* * *
Adversidade é lição para a vida e adversários são mestres que proporcionam o treinamento no bem., sem o concurso do aplauso ou da bajulação habituais, dificultando o trabalho honorável do servidor fiel.
Esses irmãos infelizes que se propõem envenenar-te os sentimentos com a sua pertinaz perseguição, merecem compaixão ao invés de reproche ou de animosidade.
Se é verdade que não lhes deves facultar um relacionamento pusilânime, não é justo devolveres os seus pensamentos enfermiços com outros do mesmo gênero.
Sofres, porque gostarias de servir sem a presença desse tipo de tribulação.
Choras, porque os teus são anseios de construção do amor em toda parte, e, no entanto, sentes o amargor da calúnia que te antecede os passos, da maledicência que te aturde quando lhes tomas conhecimento, ou da zombaria depois que vais adiante...
O melhor comportamento em tais circunstâncias é não valorizar o mal nem aquele que se te fez mau.
Concede-lhe o privilégio de ser como se encontra, mas impõe-te o dever de ser fiel ao compromisso com Jesus, que também experimentou iguais ofensas sem dar-lhes a menor importância.
Gastas tempo e preocupação mental com esses companheiros que te vigiam e acusam, que te acompanham com insistência e infernizam os momentos em que trabalhas e quando repousas.
Ficas indagando como conduzir-te, desde que, se silencias ao mal e ao descalabro que reinam, acusam-te de omisso, mas se levantas a voz e proclamas a verdade, taxam-te de intolerante e mendaz...
Desse modo, faze o que deves e comporta-te conforme estabelece o teu programa ante a consciência do dever.
Esses adversários dos teus objetivos não são apenas opositores teus, mas, sem dar-se conta, dAquele a quem procuras servir, que os entende e concede-lhes tempo para a reabilitação.
Aprende, portanto, com os inimigos, fraternidade legítima, compreensão gentil, exercitando sempre a compaixão.
Na aduana da caridade, a misericórdia e o amor dão-se as mãos, a fim de ensejarem à virtude máxima a ocasião de expressar-se.
Constituam-te estímulo o serviço desses mestres desconhecidos, apurando-te mais, qualificando-te melhor, a fim de produzires com segurança na seara da elevação espiritual da humanidade.
Ninguém atravessa o rio carnal sem experimentar a correnteza violenta sobre a qual navega o Espírito.
Todos os homens e mulheres afeiçoados ao bem pagaram o pesado tributo da diferença entre eles o os que os cercavam, a época em que viveram e naquela pela qual anelavam, e é graças a eles que percorres os atuais caminhos por onde segues em júbilo e dores, porém, fixado na meta que te fascina.
* * *
O mundo ainda não tem condições de compreender e aceitar o compromisso da iluminação íntima como primeiro passo para a marcha ascensional.
Por enquanto, somente aqueles que se fizeram fortes e decididos conseguem ultrapassar as barreiras das dificuldades, colocando marcos na senda escura, de maneira a facilitar a jornada espiritual dos que virão depois.
Todo desbravador carrega as marcas da sua audácia de aventureiro do progresso. Abrem picadas na densa mata, traçam roteiros nos mares bravios, alçam-se aos céus ampliando os espaços e caminham sobre acúleos, quebrando-os, assim preparando a senda para o porvir...
Exulta, portanto, por teres adversários, mestres desconhecidos, a seres adversário de quem quer que seja.
Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na noite de 2 de junho de 2010, em Istambul, Turquia.
Em 22.11.2010.



Abraços

J.L.Veiga



quinta-feira, 19 de abril de 2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

ENFRENTANDO A DEPRESSÃO




Linda mensagem, confira assistindo o vídeo abaixo:



Obs: A qualidade do audio está ruim, peço a compreenção dos amigos.



Abraços



J.L.Veiga



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Campanha Consciência no Trânsito - Imagens fortes...




O Blog adere a Campanha pela Consciência no Trânsito, não cometa suicídio, confira o vídeo abaixo:







Abraços



J.L.Veiga



segunda-feira, 9 de abril de 2012

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Vida e Valores (A verdade que liberta)


Aprendemos com Jesus Cristo: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Ora, ouvimos isto do Mestre, há vinte e um séculos e não nos parece que essa expressão seja bem compreendida por nós, pela Humanidade cristã.
Ouvimos algo semelhante, nas falas de Buda. Ouvimos algo parecido, nas falas de Lao-Tsé, de Zaratustra, que estavam sempre conclamando sua gente a esse amor à verdade em prol de uma vida melhor, de uma vida livre.
Nesses dois milênios que nos separam da vinda de Jesus Cristo à Terra, temo-nos visto cada vez mais escravizados. Somos escravos, por exemplo, do nosso temperamento e chegamos a afirmar: Quem gostar de mim tem que ser como eu sou. Eu sou assim.
As pessoas não têm noção de que chegamos à Terra como somos, mas não é para que saiamos do mesmo jeito. É para que, durante a vilegiatura humana, a trajetória humana, nos modifiquemos, nos transformemos, uma vez que a Terra é uma grandíssima escola das almas, uma grandíssima escola de todos nós.
Temos sido escravos do nosso temperamento, do gênio ruim.
Há pessoas que têm pavios curtos, outras os têm curtíssimos, e há pessoas que nem pavio tem.
Mas como, se estamos na marcha para a liberdade?
Aprendemos o malefício do mau gênio, do mau temperamento, da irritabilidade. Malefícios sobre a mente, malefícios sobre o corpo, mas nos mantemos assim.
Há outros que são escravos dos vícios. Se não estiverem embriagados não estão bem. Se não estiverem mal cheirosos de tabaco, dentes amarelos, bigodes, unhas amarelas, o tabaco vazando pela sudorese, elas não estão bem.
E aí vamos achando aqueles que são escravos da marijuana, da maconha, da cocaína, do craque, do ecstasy, de toda essa sorte de loucuras químicas ou bioquímicas, que a criatura vai achando no sentido de fugir. Fugir de si mesma, fugir dos problemas do mundo. Mas continua escravo.
Não adianta, muitas vezes, dizer dos malefícios que elas estão provocando à própria saúde. Saúde cerebral, saúde mental, saúde orgânica, de um modo geral.
Nada vale lhes mostrar as amputações, os internamentos hospitalares, muitas vezes psiquiátricos ou a própria visão da morte. Para quem é escravo dos vícios parece que nada disso é verdade. Até o dia em que ocorrem.
Mas ainda nos vemos escravos do medo.
Há pessoas na Terra que têm medo de tudo. Desde medo de barata, da periplaneta australasiae, ao medo de se contaminar.
Medo das doenças, pessoas hipocondríacas. Medo da sociedade, medo de sair à rua. Medo de lidar com os outros, medo de se abrir, medo de amar. Medo de ter filho para que os filhos não sofram. Medos...
Mas como, se Jesus nos disse que o conhecimento da verdade nos libertaria?
Então começamos a perceber. Alguma coisa está equivocada ou aquilo que nós estamos aprendendo não é a verdade ou se é a verdade, não estamos fazendo bom proveito dela.
Dessa forma, constatamos que ainda precisaremos caminhar bastante tempo mais até alcançar essa verdade que tem que nos libertar.
Vale a pena porém, que comecemos a verificar em que níveis de inverdades temos vivido. Quais são as ilusões, que nos têm envolvido.
É tempo de refletir a respeito da maneira como estamos levando a nossa vida, as relações, nossa trajetória. Se nos estamos deixando embair, enganar, iludir por mentiras.
Se estamos criando nossas próprias mentiras e fugindo da verdade. Justificativas que nada justificam, para fugir da realidade.
Mas se o Cristo nos disse: Conhecereis a verdade e ela vos libertará, penso que isso não deve tardar mais.
* * *
Quando nós pensamos nessa questão da necessidade de buscarmos a verdade, é muito comum que as pessoas que querem fugir deste questionamento a si mesmas, fiquem se perguntando: o quê, que é a verdade?
Pilatos fez essa pergunta a Jesus Cristo na hora mais estranha possível.
Quando ele estava mancomunado com a mentira e com os mentirosos e que queria lavar as mãos daquele problema, que Jesus representava pra ele, ele perguntou ao Mestre:
E o que é a verdade?
Quando Cristo disse que quem O conhecia, entendia a verdade da Sua voz.
Jesus podia ter feito o melhor e mais eloquente discurso sobre a verdade, para convencer ou converter a Pilatos e o fez e o discurso mais eloquente que Cristo fez para Pilatos foi silenciar.
Porque o Mestre sabia que é muito complicado querer se falar a verdade para quem gosta da mentira, pra quem ainda não está interessado na verdade.
Então, naquela confusão, naquela gritaria, naquela agitação toda, como é que Cristo atado, sofrido, iria fazer discurso sobre a verdade para Pôncio Pilatos?
Então nós podemos pensar a verdade de duas formas: nós podemos conhecer a verdade, ou seja, tomar informações sobre ela:
Não eu conheço tudo isso! Eu já sei tudo isto!
Em nível meramente intelectual. Nós quando usamos o verbo conhecer, ele admite essas duas facetas: conhecemos o comércio em tal lugar, tenho informações dele.
Eu conheço fulana ou fulano, por vê-los, por saber onde eles moram, mas eu não conheço aquele comércio obrigatoriamente, na sua realização interna. Eu não conheço essas pessoas obrigatoriamente na sua intimidade.
O segundo elemento do verbo conhecer, nos leva a pensar num conhecimento de intimidade.
Quando lemos os livros sagrados, quando lemos a Bíblia e que o escritor diz assim:
E fulana conheceu a seu marido ou conheceu a sua mulher. Isso quer dizer que teve intimidade um com o outro. O verbo conhecer tem relação com a intimidade.
Nós conhecemos alguma coisa, quando conseguimos penetrar a intimidade dessas coisas. Afora isto temos informação a respeito dessas coisas e a essas informações, nós também chamamos de conhecimento.
Enquanto a verdade em nossas vidas, não passar de mera informação, ela não nos libertará. Porque não somos obrigados a fazer aquilo de que fomos informados.
Diz a voz popular: entra por um ouvido sai pelo outro.
Daí então, a verdade só conseguirá ser trabalhada por nós, vivida por nós e por conseguinte nos libertar, quando for o segundo entendimento do verbo conhecer, quando tivermos intimidade com a verdade.
Quando a verdade passar a ser uma vivência nossa, um estilo de vida nosso. Aí então, por amar a verdade, por respirá-la, por se sensibilizar com ela, a criatura humana então conseguirá se libertar.
Por quê, que eu vou manter meu temperamento desse jeito, se ele está me fazendo mal? Qual é razão de eu ter medo disso ou daquilo?
Eu preciso temer a mim mesmo, minhas reações, já que é o que sai do homem, que faz mal ao próprio homem.
E por que é que eu vou me barafustar, por esses caminhos de droga, de drogadição, de dependência química?
A partir do momento que nós ingerimos a verdade e passamos a metabolizá-la em nosso raciocínio, em nosso discernimento, em nosso sentimento, aí passamos a ter vontade de ser melhor. Aí passamos a trabalhar para ser melhor. Aí passamos a entender as coisas de um outro ângulo e começamos a nos libertar. Já não temos mais medos, já não quero me corromper com as drogas, nem me infelicitar com meu temperamento rebelde, frio ou maligno.
É importante então, que a verdade que nos liberta, seja a verdade vivenciada. A verdade meramente informada, não consegue fazer nada conosco, a não ser nos deixar esse conhecimento das coisas que existem.
Mas para que sejamos felizes verdadeiramente, a partir do conhecimento da verdade, é necessário que mergulhemos nela e deixemos que ela mergulhe em nós, fermentando de paz e de luz as nossas entranhas.
Transcrição do Programa Vida e Valores, de número 194, apresentado
por Raul Teixeira, sob coordenação da Federação Espírita do Paraná.
Programa gravado em janeiro de 2009.
Exibido pela NET, Canal 20, Curitiba, no dia 25 de julho de 2010.
Em 22.12.2010.

Abraços

J.L.Veiga


segunda-feira, 2 de abril de 2012

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