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DIVULGAÇÃO: "CVV - CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA"

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O programa CVV é desenvolvido exclusivamente por voluntários, capacitados para ouvir e conversar com pessoas que queiram falar de suas angústias, tristezas, solidão, alegrias e também de seus sonhos frustrados ou realizados. É um trabalho gratuito, sem fins lucrativos, desvinculado de qualquer religião ou política. É assegurado o anonimato, o sigilo e a privacidade da conversa, os voluntários ouvem num clima de profundo respeito e confiança, sem julgar ou direcionar. Sentindo necessidade... Converse e desabafe: Ligue 141 (Ligação gratuita) Por telefone ou clique na imagem acima e vá até o site e informe-se.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Guerras e nós



Você aprova as guerras?

Se alguém lhe fizesse uma pergunta dessas, por certo você ficaria indignado com tanta ousadia, e diria que não compactua com esse tipo de violência.

No entanto, num ponto você há de concordar: que se vivêssemos num mundo pacífico, as guerras não existiriam, não é verdade?

Pois bem, você já pensou que as grandes guerras podem ser apenas a consequência das pequenas guerras que alimentamos no dia-a-dia?

A explosão de um conflito maior pode ser comparada à erupção de um vulcão, que libera as lavas para não provocar abalos maiores e mais prejudiciais ao planeta.

Uma guerra é como uma panela de pressão que estoura porque não consegue suportar as forças que pressionam seu interior.

Assim, quando nos irritamos violentamente com alguém ou com alguma coisa, jogamos na atmosfera uma carga energética de péssimo teor, que contribuirá para a eclosão de guerras, mais cedo ou mais tarde.

Essas forças permanecem na atmosfera espiritual da Terra e vão se somando a outras tantas, liberadas por aqueles que se permitem pequenas ou grandes explosões de ira e de ódio.

É assim que vamos formando uma reserva de violência tão grande, que um dia acaba por explodir e causar danos a milhares de pessoas.

Dizem os Espíritos Superiores que assim é. E que essas reservas de vibrações violentas só podem ser anuladas por uma força contrária chamada amor.

Portanto, se não quisermos mais alimentar guerras, devemos educar-nos para a paz.
E a paz deve começar em nossa intimidade.

Quando não revidamos uma ofensa, estamos ajudando a construir a paz.

Quando não aceitamos uma provocação da violência, estamos dando nossa contribuição para que a paz possa ser construída.

Quando calamos uma palavra de irritação, contribuímos com a paz mundial.

Quando apagamos uma faísca de ira que insiste em eclodir de nossa alma, fomentamos a paz.

Quando repelimos com o amor uma insinuação da revolta, ajudamos a pacificar o mundo.

Quando, enfim, nos inundarmos de paz, conseguiremos aplacar o ódio de milhões e acabar com as guerras.

Essa é a única maneira de sermos, efetivamente, contrários aos conflitos cruéis que degradam a Humanidade e a infelicitam.

A Terra está no segundo degrau da escala evolutiva dos mundos.

O nosso é um planeta de provas e expiações e é por isso que Jesus afirmou que a felicidade não é deste mundo.

A felicidade deve ser construída, e só haverá verdadeira felicidade quando não houver mais conflitos degradantes entre os povos.

Os mundos estão sujeitos à Lei de progresso e, à medida que seus habitantes evoluem, transformam os mundos em que vivem.

Foi por essa razão que o Cristo afirmou que os brandos e pacíficos herdarão a Terra. Nada mais justo, pois colherão os frutos da própria semeadura

Mensagem  enviada por e-mail pelo Amigo e Colaborador Sergio Giase.

Obrigado

Abraços

J.L.Veiga

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