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DIVULGAÇÃO: "CVV - CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA"

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O programa CVV é desenvolvido exclusivamente por voluntários, capacitados para ouvir e conversar com pessoas que queiram falar de suas angústias, tristezas, solidão, alegrias e também de seus sonhos frustrados ou realizados. É um trabalho gratuito, sem fins lucrativos, desvinculado de qualquer religião ou política. É assegurado o anonimato, o sigilo e a privacidade da conversa, os voluntários ouvem num clima de profundo respeito e confiança, sem julgar ou direcionar. Sentindo necessidade... Converse e desabafe: Ligue 141 (Ligação gratuita) Por telefone ou clique na imagem acima e vá até o site e informe-se.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Possível àquele que crê



Você é uma pessoa otimista? 

Acredita que tudo pode se resolver com esforço, calma e perseverança?

Ou você já desacredita de muitas coisas? 

Acha que existem muitas situações contra as quais não adianta lutar?

O Apóstolo Marcos registrou em seu Evangelho que tudo é possível ao que crê. 

Será mesmo?

Narra uma antiga lenda que, na Idade Média, havia um homem extremamente religioso. 

Pois aconteceu que um crime bárbaro agitou a cidade. 

Uma mulher fora brutalmente assassinada.

O autor era uma pessoa influente do reino. 

Por isso mesmo, logo se tratou de procurar alguém em quem pudesse ser colocada a culpa.

O homem religioso foi o escolhido e levado a julgamento. 

Ao ser preso, ele pressentiu que não poderia se salvar. 

Seu destino seria a forca. 

Tudo conspirava contra ele.

Sabia que o desejavam culpar. 

O próprio juiz estava com tudo acertado para simular um julgamento e o condenar.

Resolveu orar, rogando socorro e inspiração para enfrentar o interrogatório e sair-se bem.

Em certo momento, o juiz lhe propôs o seguinte: Por ser um homem de profunda religiosidade, vou deixar que o Senhor Deus decida o seu destino.
 
Vou escrever em um pedaço de papel a palavra “culpado” e em outro a palavra “inocente”. 

Você sorteará um dos papéis. 

O que você escolher, será o seu veredito. 

Deus decidirá a sua sorte.
 
O pobre homem suou frio. 

De imediato ele percebeu que uma armadilha lhe estava sendo preparada. 

Naturalmente, o juiz, que o desejava condenar, prepararia os dois papéis com a mesma e única palavra: culpado.

Como ele  poderia se salvar? 

Não havia alternativa. 

Nenhuma saída.

O juiz, finalmente, colocou os dois papéis sobre a mesa e mandou o acusado escolher um deles. 

Um enorme silêncio se fez na sala.

Podia-se ouvir a respiração acelerada do acusado. 

Todas as cabeças presentes se voltavam para ele, à espera da sua escolha. 

Sua decisão.

O homem pensou alguns segundos. 

Depois, aproximou-se confiante da mesa, estendeu a mão e pegou um dos papéis. 

Rapidamente o colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram indignados com a atitude dele.

Como saber agora qual o seu veredito?

Simples, respondeu ele. 

Basta olhar o outro pedaço de papel. 

O que sobrou em cima da mesa. 

Naturalmente, aquele que eu engoli é o contrário.

Imediatamente, o homem foi libertado.

 A esperança sempre acalma o desespero e contorna a dificuldade. A sua voz nunca pára de cantar. A sua música abençoada luariza a noite do sofrimento, acalmando o infortúnio.
Ninguém consegue avançar, nos caminhos rudes da vida, sem a sua presença.
Ninguém a pode dispensar. Onde quer que apareça, a esperança altera a paisagem, inspirando coragem, tudo embelezando com cor, perfume e beleza.
 
 (Fonte: Autor Desconhecido)

Mensagem enviada por e-mail pelo Amigo e Colaborador Sergio Giase.

Obrigado

Abraços

J.L.Veiga

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